Administração da TAP tem dúvidas sobre entrega das declarações de rendimentos



O presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, disse hoje à Lusa que "decidiu enviar um pedido de esclarecimento ao Tribunal Constitucional" sobre a entrega das declarações de rendimentos, na sequência das questões levantadas sobre o tema.


23.02.2018 10h35




O Jornal Económico noticiou hoje que "Gestores da TAP escapam ao Tribunal Constitucional", dando conta que, apesar do Estado ter ficado com a maioria do capital da companhia aérea portuguesa, os administradores não entregaram declarações de rendimentos e património, apontando que os nomes indicados pelo Governo, como Miguel Frasquilho e Lacerda Machado, estão obrigados por lei.


Questionado pela Lusa sobre o tema, o presidente do Conselho de Administração da TAP, Miguel Frasquilho, começou por sublinhar que "a TAP não integra o Setor Empresarial do Estado". Ou seja, "todos e cada um dos administradores da TAP SGPS, S.A. são eleitos pela assembleia-geral da empresa e, portanto, resultam da escolha do conjunto dos acionistas da TAP SGPS S.A., sendo esta a origem da sua legitimação no desempenho das suas funções", acrescentou.


"Em todo o caso, dadas as questões que são levantadas, a TAP SGPS S.A., através de mim, decidiu enviar um pedido de esclarecimento ao Tribunal Constitucional sobre esta questão", disse Miguel Frasquilho.


"A TAP e os seus administradores aguardam o esclarecimento do Tribunal Constitucional e não deixarão, qualquer que ele seja, de o respeitar", garantiu ainda o presidente do Conselho de Administração à Lusa.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Francisco Mendes é o novo rosto de Direção da Televisão Publica de Angola (TPA) com Novo PCA